Nossa história até aqui.
A Jovem Mecatrônico (JM) é uma iniciativa educacional brasileira que integra engenharia, ciência e criatividade desde a primeira infância. Fundada por Janaina Degiovani, engenheira mecatrônica e educadora, a JM nasce da convicção de que crianças aprendem melhor quando constroem, exploram e experimentam.
A JM desenvolve materiais didáticos, projetos pedagógicos e experiências práticas que transformam conceitos técnicos — como eletricidade, energia, movimento e estrutura — em vivências acessíveis, significativas e alinhadas ao desenvolvimento infantil.
Com base em abordagens ativas, como Montessori, Reggio Emilia e Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL), e em conformidade com a BNCC, a Jovem Mecatrônico atua junto a:
Seu principal ecossistema educacional é o Ateliê Engenharia Criativa, um ambiente onde a engenharia é apresentada como linguagem, ferramenta de expressão e meio de compreender o mundo — não como conteúdo técnico precoce, mas como experiência viva.
Na JM, aprender não é decorar.
É investigar, errar, testar, refazer e compreender.
A engenharia começa quando a criança faz perguntas sobre o mundo.
A Jovem Mecatrônico (JM) não surgiu como um negócio pronto.
Ela nasceu de uma curiosidade genuína, cultivada desde a infância, e foi se transformando ao longo dos anos em um projeto educacional com propósito claro.
Desde criança, a curiosidade sempre esteve presente.
A vontade de entender como as coisas funcionavam, como eram feitas, por que funcionavam daquele jeito — desde objetos simples até conceitos como pilhas, energia e invenções — sempre fez parte do olhar sobre o mundo.
Esse interesse natural levou, de forma quase inevitável, à escolha pela Engenharia Mecatrônica, área que unia tecnologia, lógica e funcionamento dos sistemas. A engenharia não surgiu como uma decisão distante, mas como um caminho natural para quem sempre quis compreender, desmontar e reconstruir.
Em 2015, já formada, surgiu o desejo de transformar a engenharia em algo mais acessível.
A criação de circuitos em papel foi o primeiro passo. Durante pesquisas, veio a descoberta da fita condutiva, que permitia conduzir energia de forma mais segura, simples e visual — ideal para crianças.
A partir disso, começaram os testes: circuitos que iluminavam desenhos, experiências simples, materiais que convidavam à exploração. Funcionou. E mais do que funcionar tecnicamente, funcionou pedagogicamente.
Ali ficou claro que a engenharia poderia ser apresentada de forma concreta, lúdica e significativa.

Em 2018, nasceu o projeto Circuit Paper, que passou a integrar as atividades extracurriculares do Colégio Logos, em Orlândia (SP).
A escola abriu espaço para aulas voltadas à eletrônica, onde crianças montavam:
O projeto foi interrompido durante a pandemia e, posteriormente, pausado por questões pessoais.
Em 2021, a proposta ganhou outro formato: kits didáticos de circuitos em papel, vendidos pela internet para famílias de diversas regiões do Brasil. A ideia era levar a experiência da engenharia para dentro de casa, fortalecendo o aprendizado em família.
Em 2024, um novo convite reacendeu o olhar pedagógico: o desenvolvimento de um projeto de playground que evidenciasse onde a engenharia está presente nos brinquedos. Esse momento foi decisivo.
A partir daí, surgiu o Ateliê Engenharia Criativa — um espaço pensado para que a criança aprenda de forma ampla, integrada e mão na massa, explorando:
Tudo em um ambiente acolhedor, explorável e significativo.

Porque entender de onde tudo isso surgiu ajuda a compreender a intenção real por trás de cada projeto.
Nada na Jovem Mecatrônico foi criado por acaso. Cada material, cada atividade e cada proposta carrega:
A JM acredita que crianças aprendem mais quando exploram, quando são convidadas a investigar, experimentar, errar e descobrir — e que a engenharia pode ser uma poderosa aliada nesse processo, desde cedo.
Quando a criança entende como o mundo funciona, ela passa a fazer parte dele de forma ativa.